HISTORIAL




Fomentar o debate sobre a condição da mulher Angolana

100%

Implementação de políticas que levem a igualdade de género

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Desenvolver capacidades de liderança transformativa

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Nosso Historial

O que é a PMA?

É uma rede de Organizações femininas da Sociedade Civil que promove a defesa e a protecção dos direitos da mulher, bem como, a sua participação na vida pública e política do País. Tem âmbito nacional e está sedeada no bairro Prenda, Rua dos Sertanejos, lote 2, 1º andar, apartamento 4, Município de Luanda.

Porquê que surgiu a PMA?

A PMA – Plataforma Mulher em Acção surgiu através de uma iniciativa de mulheres de Organizações da Sociedade Civil e de Partidos Políticos que constataram a inexistência de capacidades por parte das mulheres angolanas em influenciar políticas sociais, a existência de pobreza no seio das mulheres, a falta de promoção da igualdade de género, a fraca participação das mulheres na vida pública e política do país, a pouca colaboração entre as mulheres e as Organizações Femininas.

A Plataforma Mulher em Acção existe desde Outubro de 2005 com raízes nas formações ministradas pela Ajuda Popular da Noruega com diferentes grupos e Organizações da Sociedade Civil e de Partidos Políticos localizados em Luanda, bem como, num programa de género denominado “Women can do it”, que tinha como finalidade principal elevar a auto-estima e a capacidade das mulheres de diferentes extractos sociais para a sua efectiva participação na vida política e pública do país.

A Plataforma Mulher em Acção está composta por órgãos sociais eleitos, nomeadamente, Assembleia Geral, Direcção Executiva e Conselho Fiscal. Possui Personalidade Jurídica e os seus Estatutos foram publicados no Diário da República na III Série nº 112 de 2 de Julho de 2009 e está registada na UTCA – Unidade Técnica de Coordenação das Ajudas Humanitárias e cadastrada no Ministério da Justiça. Rege-se pelos princípios da participação activa, livre adesão, voluntarismo, cooperativismo, direcção e gestão democrática.

No quadro do diagnóstico organizacional da PMA determinaram-se as seguintes linhas estratégicas de intervenção:

1. Fomentar o debate sobre a condição da mulher Angolana através da pesquisa e disseminação de informação;

2. Influenciar os processos de elaboração e implementação de políticas que levem a igualdade de género a nível nacional e local;

3. Desenvolver capacidades de liderança transformativa para que as mulheres, a todos os níveis, possam exercer os seus direitos e usufruirem dos benefícios do desenvolvimento do país;

4. Tornar a PMA uma organização funcional e aberta a todo o tipo de organizações femininas e pessoas individuais que lutam pela igualdade de género.


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